Luna Bela Morte
Scriptura aeternitatis obscurae.
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14/09/2025 11h08
A noite em que os segredos respiraram

 

Hoje, minha mente está em ebulição, como se as sombras tivessem finalmente decidido falar através de mim. Há muito tempo venho guardando um segredo, e agora ele encontrou forma e carne em palavras. Publiquei em meu site o e-book “O Aprendiz das Trevas”: uma peça essencial, quase maldita, do vasto mosaico que venho tecendo em silêncio.

 

Esse livro não é apenas uma história paralela. Ele é a chave oculta.


A origem de Castor, aquele que muitos julgam conhecer, finalmente se revela sob a luz turva de velas negras. Quem ousar lê-lo descobrirá não apenas quem ele realmente é, mas também o fio que costura sua tragédia à sina amaldiçoada de Cael e Isolda, personagens centrais do meu livro O Beijo e a Maldição.

 

Castor sempre esteve nas sombras, esperando o momento certo para contar sua história.
E agora, finalmente, ele fala; e o que ele diz não é apenas sobre ele, mas sobre todos que acreditam compreender o destino e o amor em meio à escuridão.

 

Sinto que publiquei mais do que páginas.


Sinto que liberei uma criatura que agora respira por conta própria, pronta para se infiltrar na mente de quem se atrever a tocá-la.


Hoje, mais do que nunca, tenho certeza: algumas histórias não são escritas, são conjuradas.

 

Aqueles que buscam entender a profundidade do abismo devem lê-lo.


Mas cuidado… certas verdades não podem ser esquecidas depois de reveladas.

 


 

Baixe o E-book Gratuito clicando aqui

 

 

Publicado por Luna Bela Morte
em 14/09/2025 às 11h08
Copyright © 2025. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
13/09/2025 19h29
Tem novidade chegando...

Hoje, enquanto a noite se debruça sobre minha janela e a lua derrama seu brilho pálido sobre as páginas em branco, sinto o chamado de compartilhar algo que pulsa em minhas veias como um segredo guardado por séculos.

 

Em breve, um presente se levantará das sombras: um e-book gratuito. Nele, revelarei as origens de Castor, personagem que caminha entre as trevas em meu livro “O Beijo e a Maldição”. Antes do destino se entrelaçar com a lenda de Cael e Isolda, Castor já trazia em si cicatrizes, maldições e segredos que agora ousam emergir.

 

Este e-book será um rito de passagem, uma oferenda aos que desejam penetrar mais fundo nos abismos que moldaram a história. Quem ousar folhear suas páginas será testemunha de um nascimento sombrio, de escolhas que não podem ser apagadas, e de dores que ecoam como um cântico proibido.

 

Minha pena bebeu da noite para escrever este prelúdio, e com ele desejo que cada leitor sinta a respiração gélida do destino correndo pelas veias, antes mesmo que o beijo e a maldição fossem selados.

 

Aos que caminham comigo, deixo esta promessa: logo as portas se abrirão, e Castor contará sua verdade; uma verdade feita de sangue, sombra e silêncio eterno.

Publicado por Luna Bela Morte
em 13/09/2025 às 19h29
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12/09/2025 17h38
Encontro entre sombras e páginas

Hoje, entre as estantes empoeiradas de uma livraria que parecia suspensa no tempo, encontrei uma jovem cujo olhar tinha a mesma melancolia dos corvos que rondam os meus pensamentos. Ela carregava nas mãos um volume de Edgar Allan Poe, como quem segura um espelho em que se reconhece a própria alma.

 

Aproximei-me em silêncio, e nossas palavras nasceram quase como um feitiço sussurrado. Falamos de poesia, da noite e de como o horror pode ser belo quando toca a essência do humano. Vi nela uma centelha rara; uma busca por algo que vai além da superfície. Sua voz tremia, mas não de medo, e sim de intensidade: aquela sede de quem já percebeu que a escuridão guarda mais verdades que a luz.

 

Enquanto ela folheava as páginas, percebi que não era apenas Poe quem a escolhia naquela livraria; era a própria noite que a abraçava, convidando-a para um caminho sem retorno. Seus olhos brilhavam como se compreendessem o peso e a doçura da morte, e eu, no íntimo, senti que ali estava alguém que poderia caminhar entre sombras sem jamais se perder.

 

Despedi-me com poucas palavras, mas a sensação ficou: talvez a jovem tenha levado mais que um livro naquela tarde; talvez tenha levado também uma fagulha da minha própria presença.

 

O destino, que nunca brinca em vão, talvez ainda nos cruze novamente. Afinal, como disse Poe, “tudo o que vemos ou parecemos é apenas um sonho dentro de um sonho”.

 

Publicado por Luna Bela Morte
em 12/09/2025 às 17h38
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11/09/2025 20h51
Noite de Lua Cheia...

 

Hoje, mais uma vez, percebi que minha mente é uma prisão luxuosa. Suas paredes são feitas de palavras afiadas, suas janelas dão para paisagens sombrias que ninguém além de mim ousaria contemplar. Vivo imersa em um fluxo incessante de ideias, como se meu cérebro fosse um rio em tempestade, arrastando-me para lugares que só existem dentro de mim.

 

As pessoas me falam, me tocam, me sorriem… mas é como se suas vozes fossem ecos distantes. Enquanto elas falam de trivialidades, eu estou costurando enredos, ouvindo personagens que gritam dentro de mim, arquitetando mundos que nunca verão a luz do sol. É exaustivo. É viciante.

 

Hoje, tentei estar presente em uma conversa, mas me peguei pensando na morte como uma amante sedutora, na escuridão como um lar, e em como a solidão me entende melhor do que qualquer pessoa de carne e osso. Fiquei em silêncio, e alguém me perguntou se eu estava triste. Como explicar que eu não estava triste, apenas em outro universo?

 

Talvez seja por isso que os meus relacionamentos desmoronam.


Não é que eu não ame… é que meu amor é dividido entre este mundo e os labirintos da minha mente. É injusto para eles, eu sei. Mas como pedir a alguém que espere, enquanto eu me perco dentro de mim mesma?

 

Às vezes, penso que minha única relação verdadeira é com minhas histórias. Elas me devoram, mas também me mantêm viva.


Talvez eu tenha nascido para pertencer apenas a esse abismo criativo, e não a ninguém mais.

 

Hoje, me sinto uma catedral abandonada: bela, fria e cheia de vozes que só eu consigo ouvir.

Publicado por Luna Bela Morte
em 11/09/2025 às 20h51
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10/09/2025 19h14
De alma cansada...

Hoje a fadiga se aninhou em meus ossos como uma sombra densa que não me larga. O peso da rotina me arrasta, como correntes enferrujadas que tilintam a cada passo dado em direção ao nada. O trabalho incessante consome minhas horas, devora meus sonhos, como um abutre paciente que não descansa até arrancar a última centelha da carne.

 

E percebo (ah, como percebo!) que não é apenas cansaço: é a máquina invisível, o sistema, este grande carrasco moderno, que nos mantém algemados ao relógio, ao suor, à engrenagem que gira apenas para manter-se girando. Somos peças sacrificáveis, peças que o tempo desgasta, e que um dia serão cuspidas no esquecimento.

 

Mas não, eu não aceitarei este destino sem luta. Breve, muito breve, romperei estas algemas invisíveis. Breve, rasgarei o véu da submissão e me libertarei das mãos frias que tentam moldar minha existência. Pois o que eles me roubam é o que tenho de mais precioso: o tempo; o sopro efêmero da vida, o eco da eternidade que pulsa dentro de mim.

 

Eu não serei serva desse culto vazio ao labor. Minha alma não foi feita para servir, mas para arder.

Publicado por Luna Bela Morte
em 10/09/2025 às 19h14
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