Luna Bela Morte
Scriptura aeternitatis obscurae.
Capa Meu Diário Textos Áudios E-books Fotos Perfil Livros à Venda Livro de Visitas Contato Links

Biografia de Luna Bela Morte

 

Luna Bela Morte é o nome literário de Luna Alfonso Bellamont, escritora de poesia gótica, terror literário e ficção sombria. Nascida na França, em 1990, é filha de mãe francesa e pai espanhol. Ainda na infância, mudou-se com a família para Portugal, onde cresceu entre ruas antigas, bibliotecas silenciosas e pequenos jornais que acolheram seus primeiros textos. Em 2023, veio ao Brasil para conhecer o Rio de Janeiro e as ilhas de Angra dos Reis. O que seria uma viagem tornou-se uma longa permanência, com a reinvenção de seu nome em um novo território literário. 

 

Seu pseudônimo foi criado como uma declaração artística, abandonando de vez o nome real (que ela considera como um disfarce mundano). “Luna” representa sua fidelidade à noite; “Bela”, a beleza encontrada no decadente; e “Morte”, a transformação que exige o sepultamento de antigas versões de si mesma. Assim, Luna Bela Morte tornou-se uma identidade autoral.

 

Formada em Marketing e Jornalismo, a escritora utiliza a observação jornalística, a construção de linguagem e o conhecimento de comunicação para desenvolver uma obra com identidade própria. Sua formação literária mais profunda, contudo, nasceu da leitura, das madrugadas, do cinema de horror e da experiência de transformar perdas, deslocamentos e cicatrizes em matéria narrativa.

 

Suas referências atravessam a poesia simbolista, a literatura maldita, o romance gótico, o horror psicológico e o sobrenatural. Também encontra inspiração em cemitérios, mitologias, ocultismo, relações humanas e músicas góticas e sombrias. Para Luna, a escuridão é uma linguagem repleta de filosofia, algo que ela usa como um instrumento de revelação.

 

Sua principal obra, Poesia para ser lida no cemitério, concentra a essência de sua proposta literária: usar a morte, o luto, o desejo, o medo e o sobrenatural para iluminar aquilo que a sociedade prefere esconder. Seus poemas procuram revelar o que permanece à espera de coragem para ser visto. Publicado em fevereiro de 2026, o livro reúne poesia gótica sobre fantasmas, vampiros, bruxaria, solidão, amor, decadência e renascimento.

 

A literatura de Luna Bela Morte parte de uma convicção central: ela não escreve apenas para assustar, mas para desenterrar. Em suas histórias, o horror pode surgir de uma entidade ancestral, mas também de uma casa transformada em cárcere, de um relacionamento violento, de uma instituição opressora ou de um silêncio coletivo. Sua escrita mistura atmosfera gótica, poesia, denúncia social, sensualidade sombria e investigação psicológica.

 

Sua trajetória até a publicação foi construída de maneira independente. Entre mudanças de país, adaptação cultural, reinvenção pessoal e a dificuldade de sustentar uma voz literária fora das fórmulas mais comerciais, Luna transformou experiências íntimas e temas frequentemente marginalizados em livros. O percurso que começou em jornais portugueses encontrou forma editorial no Rio de Janeiro, onde publicou suas primeiras obras e consolidou o universo ficcional Ordo Umbrae.

 

 

LIVROS PUBLICADOS:

 

O Aprendiz das Trevas | Setembro de 2025

E-book que inaugura cronologicamente o universo Ordo Umbrae. A narrativa apresenta a origem de Castor, um homem destruído pela morte de sua noiva Elena. Refugiado em um mosteiro, ele se aproxima da Ordem do Véu e descobre que seu luto está ligado a forças muito mais antigas do que sua própria fé.

 

O Beijo e a Maldição | 2025

Primeiro livro físico da autora e primeiro volume da saga Ordo Umbrae. Nas ruínas de um monastério amaldiçoado, Cael e Isolda vivem uma paixão marcada por rituais proibidos, entidades ancestrais e uma maldição transmitida por meio de um beijo. É uma história sobre amor, sacrifício e o preço de desejar aquilo que pertence ao abismo.

 

Poesia para ser lida no cemitério | Fevereiro de 2026

Principal obra poética de Luna Bela Morte. O livro reúne poemas sobre morte, desejo, luto, vampiros, fantasmas, bruxaria, solidão e transformação. Cada composição funciona como uma vela acesa diante daquilo que os vivos procuram esconder, fazendo do cemitério não apenas um cenário, mas uma metáfora para a memória e a impermanência. 

 

Retrato Falado | Junho de 2026

Obra de terror social, policial e poético centrada em uma mulher que sobrevive à violência doméstica e passa a ser julgada apenas pelo desfecho brutal de sua história. O livro aborda feminicídio, opressão, culpabilização da vítima, espetacularização pública e liberdade após o trauma. Sua premissa é tão simples quanto incômoda: nenhuma vida cabe no retrato construído por quem desconhece suas feridas.

 

♦ ♦ ♦

 

Luna Bela Morte escreve para leitores que não procuram consolo artificial. Sua obra oferece um refúgio desconfortável aos que reconhecem beleza no decadente, sabedoria no medo e verdade naquilo que foi proibido de ser dito. Cada poema, conto ou romance é uma passagem para o subterrâneo da alma, onde a morte deixa de representar apenas o fim e passa a funcionar como um espelho.

 

Ela escreve porque a sombra também floresce.

E porque algumas feridas somente deixam de ser prisão quando se transformam em literatura.

 

 

 

Atravesse o universo de Luna Bela Morte:

 

► Conheça a entrevista de Luna Bela Morte para a revista Conexão Literatura

 

► Leia contos, poemas e outros escritos no Recanto da Luna

e acompanhe suas confissões no Diário da Luna

 

► Descubra o projeto literário Halloween da Luna e visite o site oficial da autora

 

Instagram: @lunabmorte 

TikTok: @lunabmorte