
No breu da noite um vulto se levanta,
silente e belo, cruel tentação;
seu passo envolve a alma que se encanta,
preso no fio da própria perdição.
À meia-noite ela vai sair do caixão,
um sopro gélido invade sem porquê;
os lábios rubros clamam maldição,
com muita sede ela vai atrás de você.
Eis revelado o nome que estremece:
o nome dessa vampira é… VAMPIRELLA!
Rainha sombria, seu gozo é quem padece,
em sua boca, você vai perecer.
Doce tormento em carne que se rende…
ela morde; e ela nunca vai morrer!