Luna Bela Morte
Scriptura aeternitatis obscurae.
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O Labirinto das Mentes Corrompidas

 

 

No espelho turvo, a mente se desfaz,
Um vulto antigo habita a carne fria,
Risos ocultos ecoam na agonia,
Enquanto a sanidade cega jaz.

 

Nos corredores pálidos da paz,
Sussurra a voz que à loucura vicia,
E a alma, escrava da própria heresia,
Mata-se lenta, e nunca se desfaz.

 

Oh, débil ser que à sombra se confessa,
Crendo escapar da dor que o despedaça,
Sem ver que o mal é teu, cruel e imenso.

 

Perdido em si, a carne apodrece e cessa,
E a mente, enfim, sucumbe à vil carcaça,
Reinando o caos num trono mórbido e denso.

 

Luna Bela Morte
Enviado por Luna Bela Morte em 03/09/2025
Alterado em 03/09/2025
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