Luna Bela Morte
Scriptura aeternitatis obscurae.
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A Magia Negra da Meia-Noite
Data: 03/11/2026
Créditos:
Um soneto para quem abriu a porta da meia-noite em busca de êxtase e descobriu que certas forças não sabem mais ir embora.

Autoria e Voz: Luna Bela Morte.
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.

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À meia-noite o círculo ardeu,

No chão, meu sangue sela a invocação;

Um nome sem memória então desceu,

E o fogo respondeu: condenação.

As feiticeiras erguem vinho ao céu,

E cada boca bebe perdição;

Nos olhos, um clarão rasgou o véu,

E a carne desaprendeu a oração.

Os convidados dançam no delírio,

Cada sorriso acende um negro círio,

E o chão sob nossos pés despertou.

No auge, o fogo beija a criatura,

E cada voz se quebra em loucura:

Eu fui a porta. O que entrou ficou.


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Atravesse e deixe-se conduzir pela voz de Luna, recitando a escuridão através de sua poesia:

aprendizdastrevas.com/sonetos

Enviado por Luna Bela Morte em 03/11/2026
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