
À meia-noite o círculo ardeu,
No chão, meu sangue sela a invocação;
Um nome sem memória então desceu,
E o fogo respondeu: condenação.
As feiticeiras erguem vinho ao céu,
E cada boca bebe perdição;
Nos olhos, um clarão rasgou o véu,
E a carne desaprendeu a oração.
Os convidados dançam no delírio,
Cada sorriso acende um negro círio,
E o chão sob nossos pés despertou.
No auge, o fogo beija a criatura,
E cada voz se quebra em loucura:
Eu fui a porta. O que entrou ficou.
Entre no portal dos Sonetos da Luna Bela Morte e percorra uma seleção de seus melhores sonetos já publicados. Ali, a poesia gótica encontra a noite, o mistério e a beleza sombria em versos que parecem sussurrados depois da meia-noite.
Atravesse e deixe-se conduzir pela voz de Luna, recitando a escuridão através de sua poesia: