
Na penumbra da noite arde a BRUXARIA,
um canto soturno seduz o destino,
a bruxa moderna, de olhar cristalino,
tece com sombras a doce heresia.
Seus lábios murmuram em negra harmonia,
um feitiço ardente, secreto e divino,
com a bola de cristal (orbe do hino)
espelha futuros em mórbida alquimia.
Seu corpo é um templo de seda e pecado,
no manto gótico, beleza imortal,
dança em silêncio com o mundo encantado.
E quem ousar fitá-la no ritual,
será prisioneiro, marcado e selado,
na BRUXARIA que é êxtase fatal.
Entre no portal dos Sonetos da Luna Bela Morte e percorra uma seleção de seus melhores sonetos já publicados. Ali, a poesia gótica encontra a noite, o mistério e a beleza sombria em versos que parecem sussurrados depois da meia-noite.
Atravesse e deixe-se conduzir pela voz de Luna, recitando a escuridão através de sua poesia: