Luna Bela Morte
Scriptura aeternitatis obscurae.
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A Casa Assombrada
Data: 12/05/2026
Créditos:
Autoria a Voz: Luna Bela Morte.

Gostou? É o que eu pergunto a você quando ainda não percebeu o que acabou de te atravessar. Isso aqui não é conteúdo bonitinho, é convite pra caminhar entre túmulos com a própria cabeça cheia de ecos. 🖤🌹

Se alguns versos já te puxaram pra dentro, imagina um livro inteiro sussurrando no escuro.
Este soneto pertence ao meu livro: "Poesia para ser lida no cemitério".

Entre antes que a curiosidade vire obsessão: aprendizdastrevas.com
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No alto da colina ergue-se sombria,
a casa que respira em tom de lamento;
seu chão range em segredo e agonia,
seu ar é pesado qual puro tormento.

Nas janelas, olhos de vidro a espreitar,
nas paredes, ecos de vozes quebradas;
as portas se abrem sem nunca fechar,
como bocas famintas, sempre escancaradas.

Ali, cada sombra tem corpo e memória,
cada riso é fenda de dor mal contida;
os mortos escrevem nas tábuas a história.

E eu, sacerdotisa da noite calada,
danço entre espectros, senhora perdida,
rainha do medo: a casa assombrada.

 


 

Entre no portal dos Sonetos da Luna Bela Morte e percorra uma seleção de seus melhores sonetos já publicados. Ali, a poesia gótica encontra a noite, o mistério e a beleza sombria em versos que parecem sussurrados depois da meia-noite.

Atravesse e deixe-se conduzir pela voz de Luna, recitando a escuridão através de sua poesia:

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Enviado por Luna Bela Morte em 12/05/2026
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