Luna Bela Morte
Scriptura aeternitatis obscurae.
Capa Meu Diário Textos Áudios E-books Fotos Perfil Livros à Venda Livro de Visitas Contato Links
O segundo uivo
Data: 26/04/2026
Créditos:
Autoria e Voz: Luna Bela Morte.

Gostou? Tem mais no meu livro: "Poesia para ser lida no cemitério".

OBS.: Este post faz parte do meu novo projeto: "Uivos ao Luar". Em construção.
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.

A rua, antes concreta, já não teve

mais peso que um delírio maldito.

Contra a versão que um dia me susteve,

segui. E cada passo era um delito.

Em cada sombra, um rosto que não deve

ser visto... mas me encara, e eu admito.

E o chão sob meus pés se dissolveu leve.

O lobo ia à frente... ermo, infinito.

A noite abriu-se em carne e claridade.

"Aqui, a dor é uma forma de verdade.".

Soprou-me, em brasa fria, o seu aviso.

Toquei no medo e ri de nossa maldade,

pois há, naquilo que chamam insanidade,

um lar mais honesto que o juízo.

Enviado por Luna Bela Morte em 26/04/2026
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Comentários