Luna Bela Morte
Scriptura aeternitatis obscurae.
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O Riso do Abismo
Data: 13/11/2025
Créditos:
Autoria e Voz: Luna Bela Morte.
Copyright © 2025. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.

 

No circo infernal, sob a tenda em ruína,
um riso ecoou, rasgando o luar;
palhaço espectral, de face divina,
finge alegria, mas quer devorar.

 

O sangue reflete em sua cortina,
os gritos dançam no ar a pairar;
cada aplauso é dor que se destina
ao palco onde a alma vai sangrar.

 

Seus olhos, espelhos do além, reluzem,
convocam mortos a se divertir;
no picadeiro, o mal torna-se prece.

 

Caio nos abismos que em fogo seduzem,
Como uma boneca pálida a sucumbir,
no riso que mata... e jamais esquece.

 


 

Venham, almas curiosas...
As portas do meu domínio estão entreabertas, e a névoa já conhece o caminho.
Entrem em minha página; lá onde as histórias sussurram, o medo respira e a escuridão é bela.
Assinem com sangue o convite da noite.

aprendizdastrevas.com

Enviado por Luna Bela Morte em 13/11/2025
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