Eu escrevo para os que carregam tempestades atrás dos olhos; para os que transformaram cicatrizes em linguagem; para os que ainda sentem beleza no estranho, no melancólico e no proibido.
No corredor da pousada...
Na janela da minha casa
Na janela da minha casa
Velas...
De chapéu
No cemitério
Com Florbela e Baudelaire...
No Beco...